Aruba!

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O nosso belo barquinho voltou a trazer-nos, depressa e em segurança, até Aruba, por um marzinho das Caraíbas por vezes bem agitado (rajadas de mais de 30 nós).

Ao largo de Curaçao, às onze e meia da noite, ainda fomos chamados pela guarda costeira, que andava a voar à nossa volta num aviãozinho. Respondemos muito direitinhos a todas as perguntas em inglês. No fim: «goede wacht, meneer», ou seja, «bom quarto, senhor», em neerlandês. O curioso é que, pelos vistos, eles próprios não têm recetor de AIS, por isso chamaram-nos pela posição. Mais tarde voltaram a chamar, a avisar que tínhamos de ficar a 12 milhas de Aruba e pedir autorização; pelos vistos, o pessoal do turno da noite de lá não sabia que já tínhamos autorização há muito tempo. Às 8 da manhã fizemos uma chamadinha por satélite e, claro, nenhum problema, podem vir. Atracámos como único iate no terminal de contentores; primeiro ao médico para medir a temperatura, depois imigração e alfândega. Armas, arpão, cigarros: nada disso, mas bebidas, sim. Depois de abrirem o armarinho das bebidas espirituosas a bordo, ficou tudo bem: tudo para consumo próprio.

A preencher formulários
A preencher formulários.

Ainda a caminho, a marina também nos chamou: bem-vindos a Aruba e, se houver algum problema com as autoridades, liguem-nos. Quando nos aproximámos do fundeadouro, vieram dizer-nos onde devíamos ficar. Encomendámos logo 2 cartões SIM. Depois ainda voltaram com uma lembrança de boas-vindas. Excelente serviço por aqui.

O último pôr do sol no mar, por agora.

Pronto, agora uma cervejinha fresca para matar a sede e daqui a pouco uma bela sesta…

E depois chega a hora de matar a sede.

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